Ulthera – Ultrassom microfocado

O Ulthera ultrassom microfocado, como ficou famoso no Brasil, é o único tratamento de dermatologia não-cirúrgico que usa ultrassom para reposicionar tecidos profundos, sustentando, tonificando e melhorando a flacidez da pele da face, pescoço, região dos olhos, braços e pernas.

É o tratamento ideal para preencher a lacuna entre os pacientes que ainda não necessitam de um lifting cirúrgico ou não o desejam pelo pós-operatório trabalhoso e aqueles com clara indicação cirúrgica

Isso se deve ao fato de que o procedimento de Ulthera Ultrassom microfocado dura, no máximo, 50 minutos e os únicos efeitos colaterais que podem surgir são uma ardência leve, seguida de vermelhidão, que somem em algumas horas.

Ao contrário de laseres, que penetram na pele de fora para dentro, a Ultherapy ignora a superfície da pele e age especificamente nos tecidos profundos estruturais da pele. Usando a tecnologia de ultrassom, realmente funciona de dentro para fora, para sustentar e tonificar a pele de forma não-invasiva, sem pós-operatório.

O aparelho lança ondas de ultrassom microfocado que aquecem as camadas mais profundas da pele, estimulando e retraindo estruturas que somente seriam abordadas em um restauro cirúrgico, tais como a fascia muscular,  sem afetar a superfície da pele.

O nome Ultherapy surgiu nos Estados Unidos, em um Congresso de Dermatologia, e faz uma junção, em inglês, de ultrassom e terapia.

A segurança que o método transmite aos médicos e aos pacientes é porque em alguns aspectos o Ulthera é como um procedimento de ultrassonografia. A handpiece é colocada suavemente sobre a pele e uma imagem do tecido abaixo é projetada em uma tela. Isso permite que o médico visualize a espessura da pele, músculos e ossos.

Com este tratamento, de Ulthera Ultrassom Microfocado, os tecidos se contraem, produzindo um efeito lifting imediato, que vai melhorando por até três meses após o procedimento, sendo que uma única sessão anual pode ajudar a levantar as sobrancelhas, reposicionar as maçãs do rosto e definir melhor o ângulo da mandíbula, grandes desafios antes deste novo tratamento.